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segunda-feira, 17 de março de 2014

Listas de Coisas para Fazer Quando Terminar a Faculdade


1. Cursar uma faculdade de que realmente goste.

2. Consultar uma nutricionista.

3. Consultar todos os médicos que não consulto desde 2009.

4. Voltar para aula de canto. 

5. Aula de teatro. 

6. Voltar a compor músicas. 

7. Voltar a escrever.

8. Terapia. 

9. Começar uma atividade física. 

10. SER FELIZ.









*bônus*

LISTA DE COISAS PARA FAZER ATÉ TERMINAR A FACULDADE


 1. Não trancar o curso.

2. Não me matar.

3. Não matar ninguém.

4. Não chorar em público.

5. Terminar a IC.

6. Estágio curricular.

7. Não me matar.

8. Não me matar.

9. Não me matar.

10. Não me matar.
 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Meus Jogos Nostálgicos Preferidos


Quando era criança minha rotina consistia em, basicamente: ler gibi da Mônica, assistir desenho animado e jogar videogame. Eu comecei apenas assistindo minha mãe e meu primo jogarem, até que aprendi. Minha mãe conta que eu era muito desatenta, de não conseguir copiar as lições da escola, e só melhorei depois que comecei a jogar videogame e ler. E eu acho que é verdade, se não fossem essas duas coisas mais as aulas de música talvez estaria tomando ritalina agora, vai saber. Fazia muito tempo que eu não jogava, até que minha mãe encontrou uma fita antiga de The Legend of Zelda para Super Nintendo e me deu vontade de fazer essa lista de nossos jogos preferidos!

 1. Super Mario RPG - Legend of The Seven Stars (SNES)
✧1996✧


Esse foi um dos primeiros jogos que jogamos juntas (eu e minha mãe) e "zeramos" (ainda se usa esse termo?). Até hoje é meu preferido. Nunca gostei muito dos outros formatos de Mario, mas esse segue uma linha RPG só que com uns gráficos bem mais bonitos do que os RPGs dessa época. O objetivo não é derrotar o Bowser ou salvar a Peach. Na verdade, você luta ao lado deles, além dos personagens Marllow e Geno. Esse formato de jogo é um de meus preferidos.

2. Tetris Attack (SNES)
✧1996✧


Esse é até hoje o jogo preferido da minha mãe. Eu até achava que ninguém mais o conhecia, mas na faculdade descobri um amigo que é viciado e ele me contou que existem altas competições disso até hoje! Ele é diferente do Tetris convencional. Primeiro que as pedrinhas não caem de cima, mas vão sendo adicionadas de baixo para cima. E cada vez que você faz combos (destrói vários blocos seguidos), você envia um tijolo para seu adversário, esmagando-o. Sou muito boa nesse, diga-se de passagem #videogameostentação.

3. The Legend of Zelda - A Link to The Past (SNES)
✧1991✧


Esse é o que estamos jogando atualmente. Também é estilo RPG e o que eu mais gosto nele é que estimula bastante o raciocínio. Também adoro poder explorar o mundo, coletar itens, cumprir missões, etc. Dos aqui listados é mais antigo e, na minha opinião, o mais difícil.

4. Banjo - Kazooie (Nintendo 64)
✧1998✧

 Fico bastante em dúvida se Super Mario RPG é meu jogo preferido ou se esse daqui. Acho que esse foi o primeiro jogo em estilo plataforma que jogamos, por isso foi tão marcante. A história é hilária também. Você é um urso, Banjo, que carrega uma ave em sua mochila, Kazooie. Vocês tem que sair pelo mundo coletando peças de quebra-cabeça para salvar a irmã de Banjo, Tooty, sequestrada pela bruxa Gruntilda. Vocês contam com a ajuda do shamã esqueleto Mumbo Jumbo, da topeira Bottles e de Brentilda, irmã da bruxa que leu seu diário e por isso sabe tudo sobre ela. Uma das minhas partes preferidas (e que mais nos fez passar raiva, pois na época nenhuma de nós duas sabia inglês) é o jogo de perguntas e respostas sobre o próprio jogo (com todo o estilo ~ show do milhão~) que você tem que responder antes de finalmente enfrentar a bruxa.

5. Banjo - Tooie (Nintendo 64)
✧2000✧


Banjo-Tooie é a continuação direta de Banjo-Kazooie (sendo "Tooie" uma junção de "Kazooie" com "two") cujo principal diferencial é poder jogar com Banjo e Kazooie separadamente quando necessário. No último jogo Gruntilda havia sido derrotada e presa debaixo de uma pedra. Dois anos depois, suas irmãs bruxas aparecem para salva-la em uma furadeira gigante (é). Depois de tacar fogo na casa de Banjo enquanto ele jogava poker com seus amigos, as bruxas fogem para sugar a energia vital do mundo e transferir para sua irmã, Gruntilda, que agora está só pele e osso. O mais legal é que tem várias piadinhas "internas" ao longo do jogo, referências ao jogo 1 e participação de personagens antigos. Gosto de jogos assim, que fazem a gente se sentir íntimos dos criadores.

6. Donkey Kong 64 (Nintendo 64)
✧1999✧


Com certeza meu jogo preferido do Donkey Kong. Tem um estilo bem parecido com o de Banjo-Kazooie, só que você joga com 5 personagens. Aliás, ter que alternar entre os personagens é a minha coisa preferida nesse jogo. Cada personagem tem sua personalidade, ataques especiais, armas, missões e cores específicas. A história é super engraçada, também. King K. Rool (aquele crocodilo) decide destruir as ilhas do Donkey Kong com seu super laser para que ninguém mais pudesse possui-las. Mas devido problemas técnicos, ele não consegue fazer o laser funcionar e sua embarcação ainda fica enguiçada na frente da ilha. Para ganhar algum tempo, ele captura os amigos do Donkey Kong (que você precisa ir resgatando ao longo do jogo) e rouba seu estoque de bananas. Assim como em Banjo-Kazooie, é bem original a forma como você enfrenta o chefe final (King K. Rool). Sem falar que a fita é amarela, a única fita de cor diferente que eu tenho.  

7. Pokémon Snap (Nintendo 64)
✧1999✧


Desse minha mãe não gostava e eu demorei um tempo para pegar firme nele e "zerar", mas depois que você pega o jeito fica super legal. Você, basicamente, tem que passear pelos cenários e tirar foto dos pokémons para o Professor Carvalho. A única coisa que eu detestava era não poder passear pelos cenários livremente e ter de seguir a rota do carrinho. Fora isso era bem legal porque mostrava os pokémons em seu "estado selvagem" e habitats naturais e não adestrados como monstrinhos de rinha. E não se restringe só a tirar fotos, você pode interagir também, tocando uma flauta mágica, tacando comida para atrair os pokémons ou bombas para provocá-los, etc. Era muito massa pegar os pokémons fazendo coisas ~inusitadas~.

8. The Sims 1 (PC)
 ✧2002✧


Porque né, quem nunca? Nossa, eu era absolutamente viciada nesse jogo. Sério. Eu não podia joga-lo o tempo todo, pois não rodava no meu computador, então eu só jogava quando ia no meu primo. E eu ia lá só pra jogar, hahaha. Depois também joguei o 2 e o 3, mas nunca joguei tanto quanto a versão 1. Não tenho mais paciência para ficar horas montando as famílias, decorando as casinhas, fazendo todo mundo ser bem sucedido na vida, etc, apesar das novas versões serem mais dinâmicas.

É isso aí, quais são os seus jogos preferidos da infância? 
Bye

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Selfie Service


Motivos que me levaram a fazer esse post: 

1. sobrou um tempo e eu estava entediada
2. vontade de usar o xiuxiu
3. olhei no espelho e achei meu cabelo bonito
4. nunca tirei foto direito com a Perséfone
5. treinar uma maquiagem para amanhã
6. tirar fotos para atualizar o lattes
7. fazer um post comparando eu com e sem maquiagem
8. testar um penteado que faz parecer que você cortou o cabelo curto
9. vontade de tirar umas ~~~selfies~~~
10. estar encasquetada com esse povo que acha ruim o fato de outras pessoas tirarem fotos delas mesmas
11. assim como estou encasquetada com esse povo que acha que pessoas que não sabem cantar/dançar não devem fazê-lo, mas isso não vem ao caso
12. porque deu vontade

É isso, não tenho modéstia para dizer que sou uma pessoa fotogênica. Isso não quer dizer, entretanto, que sou uma pessoa bonita. Só quer dizer que tendo a ficar bonita em fotos (ênfase no "tendo" porque é claro que também saio rorosa em fotos, como todo mundo). Ser fotogênica às vezes também implica em ser mais bonita em fotos do que pessoalmente, o que vale para o meu caso. Eu adoraria poder dizer que isso é um tipo de post contra a misoginia e a repressão e o gigantesco pau no cu de algumas pessoas que teimam em querer punir as menores demonstrações de autoestima e controle da própria vida - e, consequentemente, da própria imagem - de outras pessoas, mas não vou dizer. Porque é só mais um post no meu bloguinho que fiz por motivos de: diversão. E isso já é motivo o suficiente. 
(´ ▽`).。o♡

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Hime Haircut e ☆♪❊ Selfies ☪✂☠


Acho que nunca na vida fiquei tão contente com um corte de cabelo quanto dessa vez! E nunca fiz uma mudança tão do nada, também. Já fazia um tempo que eu queria voltar à franjinha, mas sempre desistia porque me lembrava de quão desastroso havia sido nas outras tentativas. Estava meio entediada com a minha cara e com nenhuma vontade de gastar dinheiro no salão quando me lembrei que era minha mãe quem cortava meu cabelo quando eu era pequena e pensei "por que não?" É claro que pipocaram um monte de "porquês não" na mesma hora, mas ignorei todos, rs. Aí, não satisfeita, fui procurar imagens de franjas na internet e encontrei o tal do hime haircut. Eu queria aquilo, mas não exatamente daquele jeito porque, para falar a verdade, achava esse corte um troço feio pra caramba, mas tinha algo nele que me fazia querê-lo. É, eu sei. Aí peguei a tesoura e realizei um antigo sonho infantil de cortar meu próprio cabelo, rs². E gostei!!! Resolução pra vida: nunca mais voltar a cortar o cabelo no salão.



 Aproveitei que fazia tempo que não tirava fotos de mim mesma (aka ~~~~selfies~~~~~, mas né, me recuso) e que queria mostrar o corte e fiz esse post.  (/゚Д゚)/ 

  Quando tá preso dá pra ver melhor o "hime haircut".


Enfim, o blog é meu e sou egocêntrica nele quando eu quiser (sempre).

|°з°|

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

O que aprendi em 2013


Dear Princess Celestia,

Isso poderia ser um longo texto reflexivo, mas não vai ser. Bom, provavelmente vai ser longo e vai ser reflexivo, mas não vai ser bem um texto porque estou com preguiça e vou fazer em tópicos. Você entendeu. Resolvi fazer isso no lugar de retrospectiva porque achei mais fácil, mas talvez faça uma mini retrospectiva. Talvez no final desse post mesmo. Ou durante, quem sabe. Bom, vamos lá:

1) Dizer mais "sim" aka fazer menos cu doce. Ser um pouquinho (ou bastante) impulsiva pode trazer coisas bem boas, inclusive novos amigos e experiências que te enriquecerão para o resto da vida. Em 2013, especialmente no primeiro semestre, contornei bem a preguiça social aceitando convites para sair, mesmo para programas aos quais não estava habituada. Isso me rendeu situações engraçadíssimas, jogos de bêbado, a descoberta de que sou boa em um "esporte" chamado betcha e novos amigos. Em junho, especialmente, acho que tomei a decisão mais impulsiva da minha vida, que foi participar de um congresso estudantil de esquerda em JUIZ DE FORA! Três dias antes! Esse evento considero facilmente um dos mais importantes da minha vida, pois depois disso desencadeou-se uma série de acontecimentos um tanto curiosos que coincidiram com as grandes manifestações por todo o país. Esses quatro dias foram especiais, de fato. Por todas as pessoas que conheci, pelas conversas e reflexões que tive e, sobretudo, por tudo o que aprendi, sobre o mundo e sobre mim mesma. 

2) Não deixar o medo de falhar e a insegurança me cegarem. Essa, lamento dizer, foi uma lição que aprendi justamente por ter deixado acontecer. Ou que espero ter aprendido. Depois dessa minha "grande epifania de junho", fiquei motivada como nunca antes e toda essa energia abriu portas para mim, me conectando com possibilidades que sempre desejei (algumas que nunca sequer havia imaginado!). Só que talvez tenha me precipitado demais e acabei caindo no velho erro de "tentar abraçar o mundo". Então, como que não acreditando em tantos novos caminhos se abrindo diante de mim, acabei sendo tomada pela dúvida e, em vez de seguir em frente, me distanciei de tudo o que me tirava da zona de conforto. Só que, uma vez tendo experimentado toda aquela certeza de que tudo seria diferente, caí numa desilusão um tanto quanto patética.

3) Ser mais corajosa e me permitir dizer o que penso. Isso venho aprendendo e exercitando desde 2010, na verdade. Apesar de todas as minhas decepções e inseguranças ao longo desta faculdade, se tem uma coisa que venho aprimorando em mim mesma é a capacidade de entender e transmitir minha opinião. Saber que, independente das injustiças ou desconfortos que eu venha a presenciar/passar, sempre vou poder me posicionar e intervir, me traz uma sensação de liberdade muito boa, diminui um pouco aquela velha sensação de impotência de que sempre me queixo. Mas vale ressaltar que essas "intervenções" sempre desencadeiam uma boa dose de adrenalina.

4) Diminuir o peso que atribuo à opinião alheia sobre as minhas escolhas. Isso poderia entrar como um subtópico de "ser mais corajosa". Confesso que ainda tenho muito o que aprender nesse quesito. É provável que algumas pessoas já me considerem corajosa ou mesmo indiferente à pressão social, mas se alguma vez pareci assim é justamente porque me esforço para não sucumbir ao que tanto me incomoda, que é essa minha insegurança com a "opinião do outro". Desde criança, imaginar o que todas as pessoas do mundo estariam pensando ao meu respeito, sempre me trouxe grande ansiedade. Aos poucos fui entendendo que "todas as pessoas do mundo" estão tão preocupadas com suas próprias inseguranças que não tem tempo de "pensar ao meu respeito". E se resolvem reservar um tempinho para formular qualquer coisa que seja sobre mim, o que eu faço ou deixo de fazer vai ter menos influência sobre o veredicto do que as convicções e preconceitos da própria pessoa. Ou seja, "o lema é não passar vontade".

5) Não confiar cegamente em ninguém. E não confiar, no sentido geral, na maioria das pessoas. Não é arrogância ou maldade. É conhecer as limitações do ser humano (incluindo essa que vos escreve). Muitas vezes o erro está em mim mesma, em acreditar que outra pessoa tem a capacidade de enxergar a mim e às minhas necessidades como eu mesma enxergo. E, a partir daí, colocar sobre ombros alheios um fardo maior do que poderiam carregar é um pulo. É bom e saudável guardar alguns segredos só para mim. É bom e saudável acreditar que, alguns assuntos, só cabem a mim resolver comigo mesma e, sobretudo, que sou capaz de resolve-los. E também vale lembrar que não se deve confiar em todo mundo porque algumas pessoas são realmente mal-intencionadas. 

6) Não perder tempo. Ok, essa entra mais como ~Meta para 2014~ do que ~O que aprendi em 2013~. Só sei que em 2013 perdi muito tempo. Por indecisão, medo, insegurança, culpa, falta de planejamento, desilusão, etc. 2013 foi um ano intenso, no sentido bom e ruim. Infelizmente, passei metade dele me deixando levar por toda a sorte de sensações negativas e nutrindo pensamentos de culpa, achando que dessa forma iria resolver alguma coisa. Achei que estava sendo realista, mas era só pessimismo. 

Acho que foi mais ou menos isso mesmo. Para 2014, bom, não sei se quero chamar de "metas", então vou chamar de "desejos para 2014": 

- Mais liberdade. De escolha, de pensamento, de atitude. Quero me sentir menos impotente, mais no controle da minha própria vida.

- Mais otimismo. Mais fé em mim mesma e na minha capacidade. Não sei por que duvido tanto de mim mesma, uma vez que tenho provas suficientes de que meus esforços trazem bons frutos.

- Mais coragem, menos medo. De errar, de fazer o que gosto, de sair da minha zona de conforto.

- Perder menos tempo. Mais planejamento, mais segurança. Mais esforço direcionado e mais resultados. 

- Mais produtividade. Sobretudo acadêmica, mas também intelectual e pessoal. Passei 2013 me sentindo inútil e não vendo muita esperança nos meus dias. Quero terminar o maior número possível de dias de 2014 com uma sensação de dever cumprido. Ou, pelo menos, "em vias de".

Sim, é isso mesmo. Um feliz 2014 para nós.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Bullshit

(texto velho e mal escrito que encontrei perdido pelos rascunhos)


Já reparou que sou cheia de simbolismos? São como uma necessidade para mim, praticamente uma obsessão. Preciso fazer coisas simbólicas e perceber as coisas simbólicas que as outras pessoas fazem. Isso vem de uma necessidade mais urgente ainda: a de ser coerente. Preciso me apegar a estas pequenas coisas que também são grandes porque tenho medo de me perder. E tenho tanto medo porque sempre estive perdida e tenho medo de me perder mais. E medo de um dia aprender a não me perder, mas por falta de prática acabar esquecendo e me perder de novo. Acho que maior que o meu medo de me ver em local desconhecido, só o medo de perder a mim mesma. Primeiro aos pouquinhos, depois tudo de uma inevitável vez. Perder a esperança. A coragem, a vontade. A fé? Medo de esquecer, já que o esquecimento também é uma perda. Esquecer o que é que me motivava, motivou e até e talvez principalmente o que motivará. Esquecer de onde vem a coragem, a vontade. A fé? Talvez dessa eu já tenha me esquecido. É por isto que preciso ser coerente. É por isto que preciso seguir o meu padrão. Ou, mais provavelmente, o padrão que acredito seguir, que acredito existir.

Já reparou que sou cheia de subjetividades? Parece impossível para mim construir um pensamento totalmente objetivo. Às vezes começo tão direitinho, mas se chego ao final sem me questionar, dou um jeito de terminar dizendo que eu mesma não sei se tudo o que disse realmente tem alguma relação com o que acredito. Ou, pior, dou um jeito de enfiar na última frase que acredito em tudo o que formulei, mas duvido de sua existência. E é claro que precisa ser na última frase, para acabar bem impactante, leia-se dramático. 

Já reparou que sou altamente teatral? Não tenho vocação nenhuma para fingimentos, mas toda a verdade que passo - e essa é outra coisa a se reparar, como é ardente a minha necessidade de transmitir a "minha" verdade - precisa vir embalada em um contexto todo performático, nem que seja apenas na minha cabeça, para que não haja dúvidas de que a mensagem chegue ao seu destino. A verdade é que a mensagem raramente chega, ou é no que acredita minha arrogância emocional que por vezes me cega, mas pelo menos tenho a nítida sensação de que perceberam a intenção. Ou seja, a verdade pode não ter sido absorvida, mas ninguém discorda de que o que foi dito tem um significado indubitavelmente verdadeiro para mim. Outra grande contradição a meu respeito, caso você tenha lido o segundo parágrafo com atenção.

Já reparou que tenho fobia de ser mal interpretada? A despeito de adorar disfarçar a objetividade de meus textos com floreios vazios, faço questão de deixar explícita a maneira como quero ser compreendida. Eu montaria um manual a meu respeito se permitissem e se não permitissem também. Só que no último momento o transformaria em texto fictício ou em música sobre capivaras. Ou, muito mais provavelmente, embrulharia tudo de volta para dentro de mim.

Já reparou que adoro afirmar que tudo a meu respeito gira em torno de outras pessoas e experiências de outros, mas assim mesmo só faço falar de mim? Para essa não tenho uma explicação muito certa, mas a esta altura já sabemos que também não tinha para nenhuma das anteriores. Aqui vai mais uma das pérolas que te farão duvidar de que realmente acredito em alguma palavra do que digo ou te farão resmungar, pela quinta vez, que me acho tão única com meus pensamentos absurdos quando na verdade você - e vários outros, pode acreditar - compartilham deles: falar de mim nada mais é do que falar do efeito que todas as pessoas exerceram e exercem sobre mim. Depois de tanto dramatizar, até que não pareceu nada absurdo. Talvez eu nem afirme tanto assim que tudo a meu respeito gira em torno de outras pessoas.

Já reparou que reparo muito em mim mesma e ainda assim acho que sou muitas coisas que não sou? 

sábado, 12 de outubro de 2013

Já que isso já virou um diário mesmo, vamos ao resumo de setembro!

imagem: We♥It

Antes de mais nada queria expressar a minha estupefação com a velocidade absurda com que se passou esse mês de setembro. Talvez eu mude de ideia quando terminar de escrever este post, mas quando paro para pensar no que se passou em setembro, a impressão que eu tenho é que era agosto e aí de repente já era outubro (acredito que o fato de escrever o resumo de setembro estando no meio de outubro contribua um pouco). O que reforça minha teoria de que fui abduzida. Portanto, saiba que tudo o que você ler a seguir possivelmente não passam de lembranças implantadas no meu cérebro por comunidades extraterrestres.

O que acho que estou fazendo ultimamente?

1. Ouvindo
Minha preferência musical nunca oscilou tão loucamente quanto nos últimos meses. Se em agosto estava em uma vibe rock, em setembro ouvi muita música clássica e/ou instrumental (inspirada pelas aulas de ballet que por extensão também me inspiraram a voltar a tocar piano). Nunca tive o costume de ouvir música instrumental por diversão, mas neste mês ouvi Amiina, Chopin e versões instrumentais de músicas japonesas que quero tirar no piano, como Heartful Song (o dia que encontrar a partitura desta música serei uma pessoa melhor), Moonlight Densetsu (olha que loucura, gente!) e Non Stop Road (próxima!). Ao mesmo tempo, tenho ouvido uns rocks meio deprimentes, acredito, como Muse e Radiohead. E continuo ouvindo Emiliana Torrini, que é minha cantora preferida, principalmente essa e essa músicas.

2. Lendo
Continuo lendo exatamente os mesmos livros de agosto, para ver como ando empolgada. E olha que estou gostando muito de ambos. 

3. Assistindo
Gente, Watamote terminou! Apenas chatiadíssima com este ocorrido. Não sei se vai ter segunda temporada, mas sei que vai sair um OVA em outubro... do ano que vem. Não sei por que isso, já que o anime é 99% fiel ao mangá e ainda tem muitos capítulos sobrando. Sobre o final: eu sempre acho o final de qualquer coisa que assisto/leio lindo quando acabo de assistir/ler, mas depois de refletir uns dias chego à conclusão de "que diabos foi aquilo?". Não que tenha sido ruim, mas se não tiver uma segunda temporada terá sido completamente inconclusivo, como um episódio normal. Mas continua sendo meu anime preferido depois de Sakura Card Captors, já que existe o mangá com a história completa.

Ponte para Terabithia 
Assisti acreditando em uma resenha que dizia não ser só mais um filme infantil sobre imaginação. E não me arrependi, não é mesmo. Não é segredo que odeio escrever resenhas, então vocês vão ter que se contentar com a informação de que chorei assistindo. Se você me conhece, sabe que não choro pra nada (/ui).

A Órfã
Andei com vontade de reassistir filmes aleatórios que nem tinha curtido tanto assim e foi o caso de A Órfã. Continuei detestando o final, mas lembrei porque tinha me dado vontade de rever: Esther diva. Lembrei também o motivo de ter me dado vontade de rever e reler essas coisas: estava procurando inspiração para personagens do meu possível livro, que no caso são crianças da hora. 

O Jardim Secreto
Mesmo caso do item anterior. Na primeira vez que assisti não gostei tanto, possivelmente por não estar nem um pouco no clima do filme - foi aquela época em que estava freaking loucona com o movimento estudantil - e cochilei várias vezes no processo, o que achei estranho, já que A Princesinha é um dos meus filmes preferidos e segue a mesma linha. Mas quando reassisti em setembro minha opinião mudou totalmente. Aliás, quero muito ler os livros de ambos, mas não sei qual é a versão mais "completa" (existem várias). 

4. Instagram
Noçaçinhora, quase esqueci do evento mais importante do mês! Ainda bem que tenho essas fotos pra me lembrar.

Pintei o cabelo de rosa! De novo. 


 
1 e 2. Aniversário de 80 anos da obachan (que na verdade é obachan só das minhas primas).
3. Ipê lindo da minha faculdade, todo mundo parava pra tirar foto dele. De frente tava mais lindo.

4. "Juju" de patinhos que tem gosto de infância. Fui com os priminhos no zoológico e comprei pra eles no final do passeio. 
5. Quis mostrar o efeito das mechas na trança e gênia que sou não consegui.
6. Eu e Creito descobrimos a melhor e mais barata sorveteria do interior de São Paulo quiçá do Universo.

7. Moonlight Densetsu.
8. Bob, o cachorro ET.
9. Arara canindé linda que não gosta de comer a casca da maçã. Ela é do aras que visitei com minha turma. Foi a coisa mais interessante pra mim, já que não gosto de cavalos, mas gosto de animais silvestres.

 10. Aula de veterinária. 
11. Ariana Perséfone Pavlov, a rata do mal. De vez em quando ela fica me observando e mesmo abrindo a gaiola e enfiando o celular na cara dela, continua encarando desse jeito fixo e tenebroso.
12. Momento em que cogitei largar a faculdade de veterinária pra virar ilustradora de livros de anatomia (não).  

5. Considerações Finais
 Resolvi condensar aqueles tópicos finais do resumo nesse aqui por motivos de: a) Cansei de escrever esse post. b) Esse mês foi realmente muito esquisito e nada intenso, então não tenho mesmo o que falar além do que já foi descrito. c) Foi uma péssima ideia ter colocado aqueles gifs pra ilustrar os filmes porque quando a gente lê fica tudo embaralhado e eu não consigo me concentrar enquanto leio as coisas na mesma página dos gifs. 

Então é isso mesmo, se você chegou até aqui, parabéns! Tó uma balinha.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Mas Gente, Já Passou Agosto?!


 Parece que foi ontem que escrevi aquele post sobre o fim da depressão de férias e o início não tão esperançoso assim do segundo semestre! Passou voando que eu nem vi, mas quando paro para pensar, muita coisa mudou, principalmente no que diz respeito ao meu ânimo. Acho que não houve um semestre em que eu tenha entrado mais desanimada do que este. Mas não sei se por questões sentimentais, pelo curso estar terminando, por tudo o que vivi neste ano de 2013 ou o quê, mas está sendo um de meus semestres favoritos. Apesar da maioria das matérias inicialmente não me despertar interesse (focadas em produção de leite, ovos, carne, etc), os professores são muito bacanas e estou aproveitando bem as aulas práticas de cirurgia e obstetrícia. Até os grandes animais (bovinos, equinos) tem me despertado uma simpatia maior. Talvez seja para compensar a depressão punk que bateu nas férias, mas estou vivendo cada dia como uma nova oportunidade, traçando (e cumprindo!) metas e tentando, de uma vez por todas, resolver coisas que tanto me incomodam. Chega de deixar o sentimento de impotência dominar, sabe? E sim, continuo piegas como sempre.

Enfim, vamos ao pequeno resumo.

O QUE ACHO QUE ESTOU FAZENDO ULTIMAMENTE?

1. Ouvindo
Aconteceu uma coisa muito engraçada nesse mês. Fui à uma festa na república de uns amigos e um amigo pegou meu pendrive emprestado para transferir as músicas do computador dele para o som (antes que alguém pergunte por que eu levo pendrive para festas: eu fui com a minha bolsa do dia-a-dia e ele estava lá dentro). Só que ele deixou as músicas dele lá e agora eu tenho um monte de música boa para curar meu tédio musical por um boom tempo! Sim, tive a sorte de nossos gostos musicais serem compatíveis. Ele tinha todas as bandas que eu enrolava para baixar as músicas faz tempo (Artic Monkeys, Guns n' Roses, The Smiths, Avenged Sevenfold, etc). Então saí um pouco da minha fase "música indie" para uma mais rock.

2. Lendo
Razão e Sensibilidade - Jane Austen


Estou há tempos querendo ler algo da Jane Austen, mas nunca encontrava Orgulho & Preconceito que era o que eu queria. Acabei comprando Razão e Sensibilidade, mas enrolei muito para começar a ler. Confesso que no começo cogitei largar (e olha que eu nunca larguei um romance) porque esse tipo de livro sai bastante da minha zona de conforto literária. Não tenho muita paciência para as divagações amorosas das personagens e para todo aquele clima de ~moral e bons costumes~ da época. Só que fiz um esforço e agora "entrei no clima", apesar de ainda não esperar muita coisa do enredo. E acho que as personagens masculinas são todas meio que iguais.

Introdução à Psicologia - Linda L. Davidoff


Mais detalhes em "Estudando".


3. Assistindo


Continuo assistindo Watamote e meu amor por este anime só cresce, apesar de algumas vezes parecer que se tornou algum tipo de hentai bizarro (não, não tem *utaria, mas faz menção à muita coisa "esquisita", que no mangá não parecia tão evidente). No começo gostava porque achava que me identificava com a protagonista (como a maioria das pessoas que assistem), mas agora descobri que não, que o "problema" da Tomoko é algum tipo de fobia social muito maior e realmente existem pessoas iguais a ela. A proposta era que fosse uma comédia, mas na verdade é um anime triste e perturbador, e é isso que acho genial. Algumas pessoas criticam dizendo que é o cúmulo do sadismo assistir algo que faz piada com uma personagem que sofre de um transtorno psiquiátrico sério, mas eu não vejo por esse lado. Acho que o anime faz com que pessoas que passam por situações parecidas (mesmo que em graus mais leves) tenham a oportunidade de assistir "de fora" a si mesmas. Por várias vezes me revoltei com atitudes da Tomoko (outro diferencial é que o anime é todo "pelo ponto de vista dela", sem muita influência de outras personagens) para logo depois me dar conta de que era exatamente o que eu mesma vinha fazendo. Seja por ela ter se submetido a tanto sofrimento por causa de conspirações que só existiam em sua própria cabeça ou por ficar tão preocupada com a visão deturpada que tem de si mesma a ponto de não perceber que não está tão sozinha quanto imagina. É um anime que incomoda e que deixa desconfortável. Em nenhum momento a personagem parece despertar para um grande aprendizado, como na maioria dos animes. Mas a mensagem está lá, mesmo que a própria protagonista (e principalmente ela) não enxergue.

Não assisti nenhum filme, a despeito de ter baixado vários da minha lista. Vou começar a ver Falling Skies porque a Debbie me indicou, alguém conhece (Andy?)?

4. Instagram
Resolvi fazer caminhada na represa aos domingos. 

Postes legais da represa e diagramação bonita do livro.

Morangos na quermesse com minhas primas / 100 dias da nossa vet / maquete Cervo do Pantanal e a Produção de Energia pro Bionativa

Furikake da Hekolitty / Comidas japonesas / Minha estante com os livros de jabuk organizados por cores (um dia farei isso com todos os meus livros que estão lá em Rio Preto)



5. Estudando
Antes de mais nada só queria dizer que um professor desse semestre tem um formato de avaliação genial! Na verdade é simples, ele faz provas de 3 em 3 aulas e sempre deixa textos base para as aulas no xerox. E descobri que isso facilita muito a minha vida! Queria instituir esse esquema para mim mesma para as outras matérias, mas meio que já perdi as contas (ok, nunca é tarde para começar). Só gostaria de lembrar de fazer isso caso um dia me torne professora.

 No mais, finalmente instituí um programa de revisões que venho ensaiando desde o início do curso. Durante esse semestre pretendo revisar as matérias que acredito serem mais significativas para a minha atuação: Clínica de Pequenos, Patologia Clínica, Farmacologia, Anestesiologia e Cirurgia. Também comecei a estudar Psicologia "autodidatamente" e vou incluir artigos de psicologia comparada no programa. 

6. Saúde/Auto-Estima  
 eu sei que você acha esse tópico deprimente, Andy

Outra coisa que eu finalmente consegui instituir foi uma rotina de cuidados com cabelo e pele! Isso inclui cuidados básicos que sempre negligenciei por achar futilidade, como usar protetor solar, hidratante para pele, condicionador, etc. Pretendo fazer um post mais detalhado sobre isso. 

Comecei aula de dança! Sim, agora estou fazendo ballet adulto, o que é ótimo porque é bem "informal". Digo, tem muitas meninas da minha idade (e principalmente mais velhas) fazendo, com pouca ou nenhuma experiência. Achei que não ia me adaptar tão bem (fiz jazz quando criança por 7 anos e sempre odiei), mas estou amando!

Ah, estou praticamente boa nos patins! Eu e o Creito vamos patinar pelo menos 2 vezes por semana. 

Mais uma vez aquela história de uma coisa puxar a outra. Eu estava me sentindo muito deprimida por vários motivos e o que mais me incomodava era a sensação de que tudo tinha fugido do meu controle, de que eu mesma não podia me ajudar. (É, passar anos tentando se adequar a um meio com o qual você não se identifica nem um pouco pode destruir sua autoestima, fica a dica.) No começo eu estava triste, desesperançosa, achando que todas as decisões que eu tomasse daqui em diante e para sempre seriam erradas. Então simplesmente deixei de ficar triste para ficar com muita raiva. Percebi (decidi?) que eu era a única que me obrigava a aceitar tudo do jeito que estava. Decidi que ia me colocar em movimento, que ia quebrar muito a cara, mas que pelo menos ia fazer alguma coisa. Por mim. Estava sendo injusta comigo e com os outros ao ficar cobrando que percebessem como eu estava mal, uma vez que eu mesma já tinha desistido de me ajudar. Então comecei aos pouquinhos, fazendo as coisas normais da rotina que, por algum motivo, me irritava ao ver outros fazendo. Me oferecia para as aulas práticas de grandes animais ao invés de odiar cada um que parecia se divertir tanto com aquelas vacas. Aprendi a montar uma mesa cirúrgica e me ofereci como auxiliar do professor na cirurgia ao invés de ficar num canto morrendo de medo de que ele me perguntasse o nome de alguma pinça. Saí para jogar vôlei com meus colegas de estágio ao invés de ficar remoendo o quanto ninguém parecia se culpar tanto por cada milésimo de tempo perdido quanto eu. E quer saber? Até meus orientadores estavam lá jogando vôlei. Enfim, não quero dar lição de moral, estou apenas tentando. Finalmente. 

7. Planos para Setembro

 1) Continuar com a minha IC, obter o máximo de resultados possíveis. 
 2) Continuar na aula de dança!
 3) Continuar com rotinas de cuidados que já deu certo em agosto e instituir cuidados com a alimentação (começar uma atividade física que eu realmente gosto me motivou muito nesse aspecto). Pretendo consultar uma nutricionista (não quero nem emagrecer, só quero aprender de vez a comer direito). 
 4) Começar estágio em clínica de pequenos no HV. Descobri que dá para fazer mesmo com pouco tempo por semana. 
 5) Colocar em prática plano de revisões.
 6) Planejar estágio curricular (finalmente tenho algo em mente, o que tem me deixado muito animada!)

Enfim, eu sei que eu quero muita coisa (como sempre) e que a probabilidade de eu quebrar a cara é proporcional à quantidade de coisas que eu quero. Mas dessa vez é diferente, estou tentando ter foco. Quero apenas me ajudar, quero o que acho de verdade que vai ser útil para mim agora. Não fiz nem quero fazer nenhuma grande revolução na minha vida (por enquanto), todas as minhas novas escolhas tem o intuito de "acrescentar". A verdade é que eu só quero fazer diferente do que eu venho fazendo há algum tempo. Cansei de autopiedade, só isso. 

Tchau!

sábado, 31 de agosto de 2013

Como fazer um almoço japa rápido, barato e simplesmente muito delicioso!


A gente pode considerar esse post um tipo de "Explodindo a Cozinha" especial! 

Especial por motivos de: a receita ter dado certo! E também por contar com a participação ~especial~ do Creito (ou seja, tem vidinho no final)! Além disto, vou ensinar 3 receitas que levam o tempo de 1 para serem preparadas ヽ(;▽;)ノ  

Vamos à receita. 

Você vai precisar de:
*repare que muitos destes itens são substituíveis ou dispensáveis*

 - Arroz japonês *é mais fácil, mas dá certo com arroz normal também*
 
 - Forminhas para onigiri *opcionais, dá para moldar com a mão mesmo*
- Furikake  *opcional, dá para comer o onigiri sem tempero, se quiser*

 
- Nori

 - Missoshiro 
- Hondashi

  - Salmão 
*opcional, dá para rechear com outras coisas (legumes, omelete, outros tipos de peixe, etc) ou comer sem recheio*
- Sal
- Papel alumínio
- Assadeira

- Panela própria para arroz *opcional, dá para fazer com panela normal, é só deixar o arroz bem papa e não refogar*

- Salsicha 
- Óleo
A partir daqui dividirei por receita!

Como fazer: 

SALMÃO 

(recheio do onigiri)

1) Coloque um pedaço de papel alumínio na assadeira e coloque os pedaços de salmão em cima. Tempere apenas com sal. Embrulhe o salmão com o mesmo papel alumínio e deixe cerca de 30 minutos no forno.


2) Quando estiver pronto, desembrulhe e desfie com um garfo.

ONIGIRI

1) Prepare o arroz. Se você tiver panela própria, é só colocar o arroz lá dentro com água e esperar ficar pronto. Se não tiver, é só colocar o arroz (uns 2 copinhos) na panela, cobrir com bastante água e deixar ferver até a água secar (é só arroz e água, não precisa de sal, óleo, cebola, nada). O objetivo é que fique empapado.

 2) Quando o arroz estiver pronto, encha a forminha até a metade e coloque o salmão desfiado. Depois complete com arroz por cima do salmão.



3) Pegue a tampa da forminha e comprima tudo. Pode apertar bem forte, até fazer um barulho nojento (é, não consegui pensar em uma onomatopeia adequada).




4) Desenforme em um prato (geralmente essas forminhas vem com uma alavanca embaixo que facilita o processo). Já vai ficar super bonitinho e você vai se sentir a mestre-cuca.



5) Corte o nori (aquela alga) em pequenos retângulos e coloque embaixo do onigiri. Ou decore conforme preferir, existe 1 zilhão de maneiras. 


6) Se quiser, tempere com furikake (existem vários sabores, ovo, legumes, peixe, etc).



Há uns anos, eu e uns amigos nos reunimos pra fazer onigiri, só que fomos mais criativos na decoração.

MISSOSHIRO

1) Coloque 4 xícaras de água na panela e deixe ferver. 
2) Adicione o hondashi (parece um tempero para miojo, super fácil).


3) Coloque 2 colheres bem cheias de missô em uma tigela e dissolva com a água fervente mesmo. Depois adicione o missô dissolvido à panela.


4) Jogue nori picado lá dentro ou o que você quiser. A gente só tinha nori.

POLVO DE SALSICHA

1) Corte a salsicha no meio para polvos maiores e 1/4 para menores. Faça dois cortes perpendiculares (um "+") na base.


 2) Coloque na panela com um filete de óleo e fique fazendo movimento circulares com a panela até ficar "tostado". Depois é só decorar para parecerem polvinhos.

 
  

E TCHARAM!!!!!!!!!!!!


 Está pronto seu almoço japa! Assim mesmo, sem sushi nem nada. Detalhe: esses bonequinhos aí são do Creito, haha.

E, de bônus, um vídeo que gravamos para mostrar a poltrona bizarra as comidinhas.
 
 
Enfim, espero que tenham gostado. O post foi longo, mas é realmente muito fácil. Como vocês podem ver, dá para adaptar a maioria dos ingredientes e utensílios!  Senão eu não teria conseguido fazer, fica a dica. Se fizerem, me contem como ficou, pfvr! 
Tchau!